
REVOLUÇÃO LIBERAL DE 1842
Em 1842, eclodiu em São Paulo a Revolução Liberal, liderada por Rafael Tobias de Aguiar (1795-1857), que havia presidido a província de 1831 a 1835 e de 1840 a 1841. Ele detinha alta popularidade, pois tinha usado os recursos do próprio ordenado nas escolas, obras públicas e na caridade.
Tobias de Aguiar liderou a Revolução Liberal com a ajuda, na região, do padre Diogo Antônio Feijó. A proposta principal era usar as armas para derrubar o presidente da província, o Barão de Monte Alegre. Antes da eclosão do conflito, ele havia oficializado o casamento com Domitila de Castro Melo, a Marquesa de Santos, com quem já tinha seis filhos.
Em 15 de maio de 1842, Sorocaba foi declarada capital provisória da Província de São Paulo e Tobias de Aguiar seu presidente interino. De imediato, foi formado um exército de 1,5 mil homens dispostos a tomar São Paulo e derrubar o governo do Partido Conservador. O grupo revoltoso tinha bases e apoio em diversas vilas do interior provinciano, como Itu, Itapetininga, Sorocaba e Capivari.
Em Campinas, o exército rebelde era comandado pelo capitão ituano Boaventura do Amaral. Ele morreu no Combate da Venda Grande, 1842. As frentes revoltosas foram eliminadas antes da marcha planejada sobre São Paulo. As forças imperiais eram comandadas por Luís Alves de Lima e Silva, então Barão de Caxias, que se tornaria depois o Duque de Caxias. Regente Feijó foi preso em junho daquele ano em Sorocaba. Tobias de Aguiar tentou fugir para o Rio Grande do Sul, mas acabou detido e levado ao Rio.
Raphael Tobias de Aguiar Nascimento: 04/10/1795 Morte: __/__/1857 Fazendeiro, Político Liberal, Presidente da Província por duas vezes, Deputado Provincial, Deputado as Câmaras Reunida do Rio de Janeiro e Revolucionário. REVOLUÇÃO LIBERAL DE 1842
Em 1842, eclodiu em São Paulo a Revolução Liberal, liderada por Rafael Tobias de Aguiar (1795-1857), que havia presidido a província de 1831 a 1835 e de 1840 a 1841. Ele detinha alta popularidade, pois tinha usado os recursos do próprio ordenado nas escolas, obras públicas e na caridade.
Tobias de Aguiar liderou a Revolução Liberal com a ajuda, na região, do padre Diogo Antônio Feijó. A proposta principal era usar as armas para derrubar o presidente da província, o Barão de Monte Alegre. Antes da eclosão do conflito, ele havia oficializado o casamento com Domitila de Castro Melo, a Marquesa de Santos, com quem já tinha seis filhos.
Em 15 de maio de 1842, Sorocaba foi declarada capital provisória da Província de São Paulo e Tobias de Aguiar seu presidente interino. De imediato, foi formado um exército de 1,5 mil homens dispostos a tomar São Paulo e derrubar o governo do Partido Conservador. O grupo revoltoso tinha bases e apoio em diversas vilas do interior provinciano, como Itu, Itapetininga, Sorocaba e Capivari.
Em Campinas, o exército rebelde era comandado pelo capitão ituano Boaventura do Amaral. Ele morreu no Combate da Venda Grande, 1842. As frentes revoltosas foram eliminadas antes da marcha planejada sobre São Paulo. As forças imperiais eram comandadas por Luís Alves de Lima e Silva, então Barão de Caxias, que se tornaria depois o Duque de Caxias. Regente Feijó foi preso em junho daquele ano em Sorocaba. Tobias de Aguiar tentou fugir para o Rio Grande do Sul, mas acabou detido e levado ao Rio.
Raphael Tobias de Aguiar Nascimento: 04/10/1795 Morte: __/__/1857 Fazendeiro, Político Liberal, Presidente da Província por duas vezes, Deputado Provincial, Deputado as Câmaras Reunida do Rio de Janeiro e Revolucionário.